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DÁVINI RIBEIRO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Alunos do quarto ano da Escola Classe 415 Norte, no Plano Piloto, tiveram uma tarde de conscientização ambiental nesta quinta-feira (19).

 

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações que visam minimizar e controlar os impactos ambientais da construção do Trevo de Triagem Norte.

Os 26 estudantes da turma participaram de oficina de origami, pintura de rosto e palestra sobre recursos naturais, como o ar e o solo, e sobre a importância do uso racional da água.

O ponto alto foi o plantio de uma muda de ipê-rosa ao lado da escola. “É uma árvore que vai ficar muito bonita. Quero plantar mais”, disse, animado, Pietro Trevizan, de 9 anos.

A vice-diretora, Márcia Maria de Moraes, disse que questões relacionadas ao meio ambiente já permeiam a rotina escolar e que iniciativas como essa são fundamentais para auxiliar a formação das crianças.

“Tudo o que a gente pode trazer de prática para elas é muito bem-vindo. Essa vem para reforçar o que fazemos aqui”, agradeceu.

As atividades foram coordenadas pela empresa fiscalizadora da obra, a Serviços Técnicos de Engenharia (STE).

O trabalho de conscientização no colégio levou Pietro, por exemplo, a motivar os pais a reaproveitarem a água da máquina de lavar roupa para a limpeza da calçada.

A colega de turma Juliana Della Penna, também de 9 anos, contou que utiliza em casa outra técnica aprendida na escola. “A gente coloca uma garrafa de 1 litro dentro da descarga para economizar.”

O projeto atende mais quatro turmas da mesma unidade pública de ensino — cerca de 100 alunos.

De acordo com o supervisor ambiental da STE, Ruy Tolentino, mais três escolas na zona de impacto direto das obras serão visitadas:

  • Escola Classe Olhos D’Água (Lago Norte)
  • Centro de Ensino Fundamental 1 do Lago Norte
  • Centro de Ensino Médio Paulo Freire (610 Norte)
O que é o Trevo de Triagem Norte

Trevo de Triagem Norte é composto por 16 obras, entre pontes (duas) e viadutos (14). O objetivo é eliminar os pontos de conflito e distribuir tráfego de veículos com destino ao Plano Piloto, com acesso ao Eixão Norte e Sul, à W3, aos Eixinhos Leste e Oeste e à L2.

As benfeitorias estão orçadas em R$ 207 milhões — R$ 146 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), R$ 51 milhões de contrapartida do governo de Brasília e R$ 10 milhões da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap).

 

EDIÇÃO: RAQUEL FLORES
SAMIRA PÁDUA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Três praças públicas foram entregues nesta quinta-feira (19) no Residencial Parque do Riacho, no Riacho Fundo II. Elas foram batizadas com os nomes Ipê Amarelo, Ipê Amarelo da Mata e Jequitibá Vermelho.

 

Os espaços são os três primeiros a serem entregues, de um total de 18 em obras, e abrigam área de atividades esportivas e bancos.

O custo total das obras é de R$ 1.405.592,29, de acordo com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab).

“Desde 2015, entregamos cerca de 5 mil unidades habitacionais no Riacho Fundo II. Agora, começamos a entregar os equipamentos públicos para garantir qualidade de vida para a população”, disse o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, na cerimônia de inauguração nesta manhã.

Ele destacou que a região já recebeu um terminal rodoviário e que serão lançadas licitações para a construção de uma escola e de uma unidade básica de saúde (UBS).

 

Hospital da Criança e hora extra para a Saúde

Questionado pela imprensa, Rollemberg disse estar confiante para a audiência de conciliação no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios na terça-feira (24) sobre a decisão judicial que determinou retirar o Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe) da gestão do Hospital da Criança de Brasília José Alencar.

 

“Esperamos que o Icipe possa continuar à frente da gestão do hospital, com os ajustes necessários, e que possamos inaugurar o Bloco 2 da unidade, que vai ser um grande presente para Brasília”, disse o chefe do Executivo local.

Com relação ao projeto de lei que regulamenta escalas de 18 horas e as horas extras na Saúde, Rollemberg disse que espera que a matéria seja votada ainda hoje pelos deputados distritais.

“Isso vai ser muito importante para não ter uma descontinuidade dos serviços prestados pela Secretaria de Saúde, especialmente nas unidades de pronto-atendimento [UPAs].”

O Tribunal de Contas do DF (TCDF) entende que não poderia haver jornada de 18 horas na Saúde, que os servidores só podem cumprir 2 horas extras por dia. O projeto de lei enviado pelo Executivo à Câmara Legislativa cria plantão hospitalar fixo, pago separadamente da hora extra.

Leia o pronunciamento e assista ao vídeo completo do discurso do governador Rodrigo Rollemberg na inauguração das três praças no Residencial Parque do Riacho.

 

EDIÇÃO: PAULA OLIVEIRA
GUILHERME PERA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

 

Autoridades do governo de Brasília, funcionários, pacientes e representantes da sociedade manifestaram-se na manhã desta quarta-feira (18) contra a decisão judicial que determinou retirar o Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe) da gestão do Hospital da Criança de Brasília José Alencar.

 

“Não há jeito melhor de servir do que por meio da saúde. Como brasiliense, fiquei orgulhoso de ouvir da boca da maior autoridade de saúde mundial [diretor-geral da Organização Mundial da Saúde] que o Hospital da Criança é um exemplo que deveria ser levado para o mundo”, destacou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

Ele lembrou que o hospital foi criado, doado e gerido pela sociedade, é 100% público e que o governo deixou de alocar R$ 40 milhões para a Universíade [Jogos Universitários Mundiais] em 2019. “Cancelamos o evento aqui e destinamos o recurso para a construção do Bloco 2 do Hospital da Criança.”

 

O governador reiterou que vai tentar reverter a determinação da Justiça. “Confio nas instituições brasilienses. Vamos, por meio da audiência de conciliação, mostrar todos os argumentos, fazer ajustes formais, se for o caso, mas não abrimos mão de ter o hospital gerido por pessoas sérias, de forma competente”, justificou Rollemberg.

 

Em entrevista logo antes do abraço, o chefe do Executivo local disse que “os planos A, B, C e D do governo” são a audiência de conciliação na terça-feira (24). A reunião contará com:

  • o desembargador do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios responsável pelo caso, Alfeu Gonzaga Machado
  • o secretário de Saúde, Humberto Fonseca
  • a procuradora-geral do DF, Paola Aires
  • o procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bessa

Segundo o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, o Hospital da Criança de Brasília é o mais bem avaliado do DF. “São 2,7 milhões de atendimentos e 98,8% de aprovação. É um sonho em expansão, inauguraremos em breve o Bloco 2. Não deixaremos que caprichos de uma ou duas pessoas fechem a unidade.”

O diretor-presidente do Icipe, Newton Alarcão, ressaltou a experiência da organização social para gerir o hospital. “Não existe acusação de desvio de recursos, de ineficiência. São formalidades, de dizer que o Icipe não tem experiência como organização social, mas a experiência não está no prédio, está nas pessoas. E nós temos.”

 

Também participaram do ato em defesa do modelo de gestão da unidade de saúde especializada em tratamento de câncer infantojuvenil o superintendente-executivo, Renílson Rehem, e a diretora-técnica, Isis Magalhães. O evento reuniu ainda membros do setor produtivo, da Câmara Legislativa e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A decisão judicial pela transferência de gestão do hospital é do juiz titular da 7ª Vara da Fazenda Pública, Paulo Afonso Cavichioli Carmona. Ela proíbe o Icipe de ter contratos com o poder público durante três anos. Para o magistrado, a entidade não cumpriu requisitos necessários para ter qualificação como organização social.

Entre os manifestantes estava a presidente da Associação Brasileira de Assistência às Famílias Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace), Maria Ângela Marini. A entidade é a responsável pela construção do Hospital da Criança de Brasília.

Para Maria Ângela, o ato de hoje demonstra o interesse da sociedade na unidade de saúde. “Como mãe de ex-paciente, digo que as crianças são a razão de o hospital existir.”

 

Assim como Maria Ângela, a contadora Ana Maria Batista Alves, de 35 anos, e o militar Márcio Sandro Alves da Silva, de 40 anos, conviveram com o câncer de um filho.

Em 2012, Eduardo Augusto Alves Batista, à época com 4 anos (hoje com 10), foi diagnosticado com leucemia. Atendido no Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib), o garoto foi encaminhado para o Hospital da Criança.

Foram três anos e meio de tratamento, que culminaram na cura. “O Hospital da Criança é um ninho de amor. Quando a gente chamava Eduardo para o hospital, ele queria ir, porque tinha brinquedoteca, contadores de história, gente do teatro, as paredes pintadas. A criança se sente dentro de um parque”, contou Ana Maria.

 

“A estrutura e os profissionais são de excelência. Passamos por um período muito difícil, mas sentimos o amor e o comprometimento de quem trabalha aqui”, disse Márcio Sandro, logo complementado pelo filho. “É muito legal”, sintetizou Eduardo, que, superado o câncer, sonha em ser cirurgião plástico ou jogador de futebol.

Modelo do Hospital da Criança de Brasília

Inaugurado em 23 de novembro de 2011, com 7 mil metros quadrados, o Bloco 1 do hospital foi construído pela Abrace e doado ao governo de Brasília.

É uma unidade pública, que atende exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e faz parte da rede da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. A administração, no entanto, é feita pelo Icipe — associação de direito privado sem fins econômicos ou lucrativos criada pela Abrace.

Por ser de especialidades, o Hospital da Criança não atende emergências — os pacientes chegam encaminhados pelas unidades básicas de saúde (UBS).

Até o fim de março de 2018, foram:

  • 2.757.279 atendimentos
  • 1.641.872 exames laboratoriais
  • 442.811 consultas
  • 66 mil diárias (27.037 internações e 39.836 hospital-dia)

Com mais de 95% das obras executadas, quando inaugurado, o Bloco 2 terá, em dois pavimentos:

  • 202 leitos — 164 para internação e 38 para unidade de terapia intensiva (UTI) e cuidados intermediários
  • 67 consultórios ambulatoriais
  • centro cirúrgico
  • centro de diagnóstico especializado
  • centro de ensino e pesquisa
  • laboratórios de análises clínicas e hematologia
  • unidade administrativa
  • área de apoio
  • serviços de hemodiálise, hemoterapia e quimioterapia

O Hospital da Criança de Brasília fica no Setor de Áreas Isoladas Norte (Sain), ao lado do Hospital de Apoio.

 

EDIÇÃO: RAQUEL FLORES
AMANDA MARTIMON, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

 

Para formar novos leitores, projetos financiados pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) apostam em métodos que despertem o interesse de crianças, jovens e adultos pelo hábito.

 

No caso da iniciativa Marandubinha nas Escolas — levada a unidades públicas do Distrito Federal —, a ideia é apresentar aos professores a mediação da leitura como estratégia para envolver os estudantes dos anos iniciais.

Entre as atividades, além da formação dos docentes, são promovidas rodas de leitura em sala de aula.

Agrupados em frente à mediadora e educadora Adriana Bertolucci, os pequenos alunos do segundo ano da Escola Classe Natureza, no Paranoá, interagem, apontam figuras no livro, não se contêm e levantam para tocar e compartilhar o que identificam nas páginas.

“Quero que eles vejam os livros, nós lemos juntos. Eles têm de poder pegar, tocar. Para incluir o livro na cultura da criança, ela precisa se sentir apropriada dele”, explica Adriana.

 

Com o objetivo de formar novos leitores, primeiro é ofertada uma oficina para os professores com técnicas de mediação de leitura. Depois das atividades em sala, também há um retorno aos docentes. Por fim, a proposta é engajar os pais, para que estimulem a leitura fora do ambiente escolar.

A professora da turma, Vanessa Ribeiro, conta como usará as técnicas aprendidas. “Geralmente leio e depois mostro a figura. Agora, vejo que eles podem acompanhar, interagir”, avalia.

O Marandubinha é desenvolvido em outras duas unidades de ensino do Distrito Federal: na Escola Classe Vila do Boa, em São Sebastião, e na Escola Classe do Setor P Norte, no Sol Nascente, em Ceilândia.

A iniciativa surgiu com um blog de mesmo nome, de autoria das educadoras Adriana Bertolucci e Dayla Duarte, com dicas de mediação e de livros infantis. Com o apoio do FAC, pôde ser levada do meio on-line para as escolas.

Projeto quer estimular a criatividade por meio da leitura

Idealizado em 2008, o projeto A Arte de Ler e Criar — que se chamava Brincando de Biblioteca — ocupará bibliotecas públicas do DF com oficinas nos próximos meses.

professora aposentada da rede pública e escritora Dinorá Couto incentiva os participantes a descobrirem veias artísticas por meio da leitura. “Todo mundo tem de sair sabendo que é um artista. Pode ser para escrever, para fazer artesanato, não importa”, opina.

 

Para os que se interessam especialmente pela literatura e demonstram interesse em criar um projeto literário, ela se dispõe a dar auxílio em encontros agendados na Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, da qual foi fundadora.

No projeto, a autora também lança o livro infantil E eu sou isto, vovó? — Uma abordagem lúdica de cidadania. Nesse momento, os participantes são convidados a escrever sobre o que é cidadania.

Reunidas na Biblioteca Pública do Riacho Fundo I para fazer um trabalho escolar, as amigas Milena Ramos, Idália Souza e Naely Sousa, todas de 13 anos e estudantes do oitavo ano no Centro Educacional 2 da região administrativa, aproveitaram para participar da oficina.

As adolescentes vivem momentos diferentes. Enquanto Idália se interessa por livros de ação e ficção e conta que está lendo uma edição virtual, Milena alega falta de tempo para ler e Naely diz preferir assistir a filmes.

Em maio, a escritora organizará a 12ª edição do Fórum Brasília Capital das Leituras, mostra de obras de escritores locais para diferentes bibliotecas.

Para participar, basta comparecer nos lugares programados, das 8h30 às 11h30. As próximas datas previstas são:

  • 3 de abril: na Biblioteca Pública de Sobradinho (Área Reservada 5, Quadra 8)
  • 12 de abril: na Biblioteca Pública Carlos Drummond de Andrade, em Santa Maria Norte (Área Especial 204, Salão Comunitário)
  • 17 de abril: Biblioteca Pública de Águas Claras (Rua Ipê Amarelo, Lote 1)
EDIÇÃO: PAULA OLIVEIRA
MARYNA LACERDA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

A simpatia do povo sérvio foi apresentada, nesta quinta-feira (5), aos estudantes do Centro Educacional Vargem Bonita, do Núcleo Bandeirante, por meio do Embixadas de Portas Abertas.

 

Guiados pelo embaixador da Sérvia no Brasil, Veljko Lazic, e pela embaixatriz, Olga Lazic, os 30 alunos do 5º ano conheceram um pouco da cultura e das origens do país europeu. A colaboradora do governo de Brasília e idealizadora do programa, Márcia Rollemberg, também participou da visita.

O Embaixadas de Portas Abertas foi criado com o objetivo de favorecer o intercâmbio cultural dos estudantes da rede pública de ensino e fortalecer o processo de internacionalização de Brasília.

Na primeira etapa da atividade, Lazic explicou as origens da Sérvia, na Península Balcânica, e citou várias guerras pelas quais a capital, Belgrado, passou. Os anfitriões explicaram às crianças o processo da disputa pela independência em relação à antiga Iugoslávia, na década de 1990. O representante diplomático também contou sobre frutos-símbolo do País, como ameixa e framboesa.

Os estudantes puderam conhecer um pouco da história de personalidades sérvias, como o inventor Nikola Tesla, que descobriu as bases para a eletricidade.

Eles foram apresentados à trajetória de Mileva Maric, primeira esposa de Albert Einstein. Acredita-se que ela tenha sido responsável por várias das descobertas atribuídas ao cientista.

Com base nas curiosidades apresentadas pelo diplomata, as crianças responderam a um quiz sobre a cultura sérvia. A gastronomia típica foi degustada, por sua vez, por meio de pratos tradicionais, como a pita (torta com massa folhada e recheio de queijo).

 

A espontaneidade com que os diplomatas receberam as crianças marcou Sarah Abrantes Santana, de 11 anos. “Eles são muito gentis, realmente abriram as portas da casa deles para a gente”, contou.

Na segunda parte da visita, as crianças jogaram queimada com o embaixador, na quadra de esportes da residência oficial, no Setor de Embaixadas Sul. A turma também recebeu um kit com livros e um mapa da Sérvia.

A apreço por esportes cultivado pelos sérvios chamou a atenção de Kairon Douglas Santos, de 10 anos. “Deu para ver que eles têm muito em comum com o Brasil. Nunca tinha ouvido falar do país e gostei.”

Relações diplomáticas entre Brasil e Sérvia são fortalecidas

A interação entre as duas nações tem se intensificado nos últimos anos, como destacou o embaixador Veljko Lazic. “Estamos tentando fazer a Sérvia mais visível no Brasil, e o Distrito Federal tem nos ajudado nisso”, disse.

 

Uma das iniciativas de aproximação foi a exposição sobre o escritor sérvio Ivo Andricno Palácio do Buriti, de 22 de fevereiro a 16 de março deste ano, como lembrou Márcia Rollemberg.

“O Buriti será sempre um espaço de integração. Lá, temos recebido as exposições dos países e tivemos a oportunidade conhecer a trajetória de um prêmio Nobel de Literatura.” Segundo ela, as experiências no âmbito do Embaixada de Portas Abertas são enriquecedoras. “Cada vez que a gente vem é muito gratificante”, defendeu.

O programa Embaixadas de Portas Abertas

O Embaixadas de Portas Abertas começou, como piloto, em 2015 e foi instituído oficialmente em 9 de agosto de 2017.

A iniciativa é uma parceria da Assessoria Internacional com a Secretaria de Educação e a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) — que leva os alunos às embaixadas.

As representações diplomáticas estrangeiras interessadas em participar podem enviar e-mail para assessoria.internacional@buriti.df.gov.br.

As atividades fazem parte do programa Criança Candanga, conjunto de políticas públicas voltadas para a infância e a adolescência em Brasília.

 

EDIÇÃO: MARINA MERCANTE

O campo de futebol em frente ao cemitério de Sobradinho II, conhecido como Caveirão, foi entregue à população neste domingo (8). O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da inauguração.

 

“Sobradinho está em festa. É um espaço muito importante para a formação de atletas e revelação de talentos”, disse o chefe do Executivo na solenidade.

O campo mede 103 metros (m) por 67 m, com recuos de fundo de 3 m cada um e recuos laterais de 2 m cada um. Cerca de 4 mil pessoas deverão ser beneficiadas com o novo equipamento esportivo.

Os recursos para a construção — R$ 953.632,52 — são de emendas parlamentares. De acordo com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a contratação da empresa por meio de pregão, na modalidade menor preço, permitiu um deságio de 45%, já que a estimativa inicial de custo era de R$ 1.750.632,15 — uma diferença de R$ 796.999,63 a menos.

Reforma nos campos de futebol

A Novacap fará um levantamento sobre as condições de todos os campos de futebol amador no DF. “Vamos começar o estudo das áreas na segunda-feira (9), para revitalizar os locais que já estiverem no limite da vida útil”, afirmou o diretor-presidente da Novacap, Júlio Menegotto.

Antes da inauguração, o governador foi homenageado pelo Grupo Cultural Azulim, uma associação que trabalha a inserção de crianças em ambientes culturais.

Leia o discurso do governador.

 

EDIÇÃO: PALOMA SUERTEGARAY
MARYNA LACERDA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

 

Em retribuição à visita de estudantes à Embaixada da Guiana, o representante diplomático do país no Brasil, George Wilfred Talbot, e a embaixatriz, Grace Angela Talbot, conheceram o Centro de Ensino Fundamental Doutora Zilda Arns, no Itapoã. O encontro é parte das atividades previstas pelo Embaixadas de Portas Abertas e ocorreu nesta terça-feira (10).

 

Embaixador e comitiva foram recebidos com salva de palmas. Em seguida, ouviram os hinos nacionais da Guiana e do Brasil e o Hino à Brasília. Além disso, o coral de idosos do Itapoã e os alunos do Projeto Quilombo apresentaram a música infantil Alecrim Dourado.

A troca de experiências foi celebrada por Talbot. “É um prazer falar com vocês e conhecer a escola. Vocês são excelentes alunos. É um prazer para a Embaixada de Guiana ter a oportunidade de intercambiar [experiências] com vocês.”

Para a estudante do sétimo ano Cassiane George de Souza, de 13 anos, as atividades da manhã reforçaram o sentimento de respeito pela Guiana. “É um ato de gentileza eles virem à escola, porque muitas pessoas no lugar deles não fariam isso”, disse. Por meio do Embaixadas de Portas Abertas, a adolescente conheceu o críquete, esporte muito popular naquele país. “Gostei muito de jogar o críquete”, contou.

A aproximação de realidades tão diferentes tem função também pedagógica, de acordo com a colaboradora do governo de Brasília Márcia Rollemberg, idealizadora do programa. “É fazer das embaixadas um espaço de educação”, resumiu, durante o evento de hoje.

O programa Embaixadas de Portas Abertas

O Embaixadas de Portas Abertas começou, como piloto, em 2015 e foi instituído oficialmente em 9 de agosto de 2017.

 

A iniciativa é uma parceria da Assessoria Internacional com a Secretaria de Educação e a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) — que leva os alunos às embaixadas.

As representações diplomáticas estrangeiras interessadas em participar podem enviar e-mail para assessoria.internacional@buriti.df.gov.br.

As atividades fazem parte do programa Criança Candanga, conjunto de políticas públicas voltadas para a infância e a adolescência em Brasília.

 

EDIÇÃO: MARINA MERCANTE
MARIANA DAMACENO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Markus Schneider, de 5 meses, nasceu prematuro e passou por complicações depois do parto. Encaminhado por um pediatra, o bebê é um dos 215 alunos matriculados no Centro de Ensino Especial 2 de Brasília (612 Sul) para o programa de Educação Precoce.

 

Na rede pública do Distrito Federal, em média, o programa atende 2,5 mil estudantes por ano em 19 centros de ensino especial distribuídos pelas 14 coordenações regionais.

O programa é referência no País, já que Brasília é a única unidade federativa a oferecer o serviço como parte da grade de educação.

“Em outras, ele é vinculado às secretarias de Saúde. Aqui, além da estimulação, oferecemos acompanhamento educacional”, detalha a diretora de Educação Especial da rede, Claudia Madoz. Segundo ela, toda a demanda que chega é atendida.

 

Diferentemente do restante da rede, não há um momento específico para a matrícula. Ela pode ser feita durante todo o ano, a depender das vagas disponíveis.

 

Os responsáveis devem procurar uma regional de ensino, para o aluno ser encaminhado à escola, e levar a documentação necessária, como o atestado médico. Antes de ser inscrito, o estudante passa por uma avaliação.

Evolução motora e inclusão

Os olhinhos atentos no móbile e a cabeça seguindo os movimentos do brinquedo encantam Priscilla Torres, de 66 anos, a avó materna de Markus. “Ele não tinha tanta movimentação do pescoço e da mãozinha. Hoje, se mexe para todo o lado”, conta emocionada.

O programa atende crianças recém-nascidas e de até 4 anos de idade. A intenção é estimular o desenvolvimento integral, auxiliar em questões necessárias para potencializar as competências de cada uma delas e incluí-las na educação regular. Para isso, as atividades envolvem desde incentivos para que engatinhem até técnicas de interação.

 

Duas vezes por semana, Markus passa por cuidados como a shantala e outras massagens relaxantes. “Todo prematuro tem uma agitação motora forte, por isso são importantes essas técnicas para acalmá-lo”, explica a coordenadora da Educação Precoce no centro de ensino especial, Maria Renata Andrade.

Em outro caso, em uma sala adaptada com obstáculos, os profissionais incentivam as crianças a se locomoverem com independência — elas arrastam objetos, engatinham e caminham. Na piscina, o intuito é trabalhar a atenção e o autoconhecimento sobre o corpo.

A escola ainda conta com um parque e uma agrofloresta, onde, além de se acalmarem, os alunos aprendem sobre o meio ambiente e o respeito a outros seres vivos.

Também são atendidos bebês com algum tipo de síndrome ou com atraso neuropsicomotor e que passam por investigação para diagnóstico de autismo.

Principais parceiros da educação precoce, os responsáveis pelas crianças se envolvem em grande parte das atividades. Os pais acompanham o atendimento dos filhos até que completem 2 anos ou em algum caso de adaptação. Até os 6 meses, o nenê tem duas aulas por semana: uma com um pedagogo e outra com um professor de educação física.

 

Depois dos 6 meses, essa quantidade dobra para dois encontros semanais com cada profissional. Após os 2 anos, quando estão mais independentes, os alunos passam a integrar grupos, e as reuniões ocorrem de duas a três vezes por semana, com horários variados.

Independentemente da idade dos filhos, é necessário que os pais permaneçam na escola durante todo o período de atividade, mesmo que não possam estar na aula. Isso porque a presença deles pode ser solicitada em alguma etapa do processo de desenvolvimento.

 

EDIÇÃO: RAQUEL FLORES

A população de Brasília, em especial, os estudantes das redes pública e privada do Distrito Federal têm marcado presença no Espaço Criança Candanga, na Vila Cidadã do 8º Fórum Mundial da Água, que ocorre em Brasília.

Lá é possível aprender e se divertir com foco nas políticas públicas voltadas para a infância e a adolescência em Brasília. Uma vasta programação de apresentações teatrais, palestras e oficinas acontece diariamente, até o dia 23 de março, das 9 às 21 horas, no estacionamento do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

 

O Espaço Criança Candanga também traz o Museu do Cerrado, onde é possível ver animais taxidermizados e observar, em um aquário ou com o auxílio de microscópio, insetos aquáticos.

 

Pela mesma instalação, há as arenas kids, dotadas de atividades com vídeos, e a jovem, além do chamado Espaço Direitos, em que as crianças podem desenhar e pintar. Em algumas situações, após interagirem na arena, a ideia é que elas desenhem algo relativo aos direitos da criança.

 

Socioeducativo – Os adolescentes das Unidades de Semiliberdade e Meio Aberto do Sistema Socioeducativo também têm participado das atividades do Espaço Criança Candanga na Vila Cidadã. Na tarde de terça-feira, 20, foi a vez das adolescentes da Semiliberdade Feminina do Guará conferirem as novidades do Espaço.

 

O que é o Fórum Mundial da Água – Criado em 1996 pelo Conselho Mundial da Água, o fórum foi idealizado para estabelecer compromissos políticos acerca dos recursos hídricos.

 

Em Brasília, é organizado pelo Conselho Mundial da Água, pelo governo local — representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa-DF) — e pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Agência Nacional de Águas (ANA).

 

O fórum ocorre a cada três anos e já passou por Daegu, Coreia do Sul (2015); Marselha, França (2012); Istambul, Turquia (2009); Cidade do México, México (2006); Kyoto, Japão (2003); Haia, Holanda (2000); e Marrakesh, no Marrocos (1997).

 

8º Fórum Mundial da Água
Até 23 de março (sexta-feira)
No Centro de Convenções Ulysses Guimarães e no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha
*Vila Cidadã das 9 às 21 horas
Inscrições abertas no site oficial do evento

MARYNA LACERDA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

A menos de um mês do início do 8º Fórum Mundial da Água, a montagem da estrutura está em ritmo acelerado. No Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, é erguida a armação metálica que sustentará as tendas onde ficarão a Vila Cidadã, a feira, a exposição e a área de credenciamentos.

Em 15 dias de atividade, mais de 50% das obras foram executadas. A etapa atual abrange os pilares metálicos e a formação do piso. Eles são a base para a colocação da cobertura — quatro tendas do tipo galpão —, que está em fabricação e soma 40 mil metros quadrados de área. A expectativa é que o espaço esteja pronto na primeira semana de março.

A obra é de grande porte, compatível com a dimensão do evento, como destaca o diretor-executivo do fórum, Ricardo Andrade. “É a Copa do Mundo da Água, em que teremos a oportunidade de discutir temas relacionados à gestão dos recursos hídricos de forma ampla”, compara.

Apenas a área da exposição compreende 12 mil metros quadrados, o equivalente a dois campos de futebol. A área da feira e da Vila Cidadã, por sua vez, terá acesso gratuito mediante credenciamento.

O governo de Brasília, por sua vez, é responsável pela readequação do Centro de Convenções Ulysses Guimarães. No local, ocorrerão abertura e encerramento do encontro, palestras e painéis com representantes internacionais.

O fórum é orçado em R$ 80 milhões, dos quais R$ 50 milhões são custeados pelos governos de Brasília e federal. No Centro de Convenções, a colocação da estrutura começa em 26 de fevereiro.

Inscrições para o fórum estão abertas

Quem quiser acompanhar os debates no Centro de Convenções pode se inscrever por meio do site oficial do evento, na aba Inscrições. Os ingressos dão direito à participação da abertura, do encerramento, das sessões do evento, dos almoços e dos eventos culturais na exposição e na feira.

segundo lote será vendido até 28 de fevereiro. Brasileiros e cidadãos de países que não integram a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) têm 50% de desconto no cadastro.

Estudantes contam com abatimento de até 80% na adesão. A partir de 1º de março, começa a venda do terceiro lote de ingressos.

O que é o Fórum Mundial da Água

Criado em 1996 pelo Conselho Mundial da Água, o fórum foi idealizado para estabelecer compromissos políticos acerca dos recursos hídricos.

Em Brasília, ele é organizado pelo Conselho Mundial da Água, pelo governo local — representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) — e pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Agência Nacional de Águas (ANA).

O encontro global ocorre a cada três anos e já passou por: Daegu, Coreia do Sul (2015); Marselha, França (2012); Istambul, Turquia (2009); Cidade do México, México (2006); Kyoto, Japão (2003); Haia, Holanda (2000); e Marrakesh, no Marrocos (1997).

8º Fórum Mundial da Água

De 18 a 23 de março

No Centro de Convenções Ulysses Guimarães e no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha

Inscrições abertas no site oficial do evento

EDIÇÃO: VANNILDO MENDES
MARIANA DAMACENO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

O governo inaugurou na manhã desta terça-feira (20) o Centro de Juventude de Samambaia. O espaço, que fica na QS 402, é o terceiro do Distrito Federal e tem capacidade para atender 500 jovens por mês.

Entre as atividades, para pessoas de 15 a 29 anos, estão cursos profissionalizantes, oficinas culturais e de esporte, além de atendimentos pedagógicos e psicológicos.

As ofertas foram baseadas em pesquisas com a população, que também solicitou cursos do #BoraVencer Profissionalizante no centro.

“Samambaia hoje ganhou mais um espaço de promoção da juventude. Isso nos deixa muito felizes, como o reconhecimento de Brasília pela revista Exame como o melhor lugar para a juventude no País”, disse o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

O lugar tem 600 metros quadrados de área total e 190 de área construída com salas de informática, de violão e multiúso. Foram investidos R$ 450 mil na reforma do prédio onde funcionava uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Segundo o secretário de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, Aurélio de Paula Guedes Araújo, com a entrega de hoje, são 1,5 mil jovens atendidos nos espaços. Os outros dois centros de juventude do DF ficam em Ceilândia e na Estrutural.

Rollemberg também destacou que, até março, serão criadas 6 mil vagas para esse público em programas do governo. Além das 500 no centro inaugurado hoje, há 4 mil para qualificação profissional no programa #Boravencer e 1,5 mil que serão lançadas até o mês que vem no Jovem Candango.

Na cerimônia de hoje, Rollemberg citou ainda outras benfeitorias em Samambaia, como a inauguração de um centro interescolar de línguas (CIL), a entrega de cinco creches e as obras de drenagem no centro da região administrativa.

De acordo com ele, em breve também será inaugurado o Complexo Cultural de Samambaia, que já está pronto e recebe mobília.

SAMIRA PÁDUA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) contará com recursos na ordem de R$ 3,5 milhões em 2018. De acordo com a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, mais de mil agricultores familiares serão beneficiados.

O valor engloba R$ 1,5 milhão já existentes somados a R$ 2 milhões do plano de trabalho do PAA de 2018, assinado pelos governos local e federal durante o seminário Alimenta Brasília na manhã desta terça-feira (20) .

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou do evento, na Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF). “A melhor forma de manter o agricultor no campo e a destinação rural das nossas terras é garantir renda e oportunidade para a agricultura familiar. A qualidade de vida nas cidades depende da preservação da área rural”, ressaltou.

Assinaram o plano de trabalho do PAA de 2018 o secretário da Agricultura do DF, Argileu Martins, e o secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social, Caio Rocha.

“Nós temos muitos PAAs no Brasil, mas há estados em que não funciona. Em Brasília, o PAA que vem para cá não é despesa pública, é investimento”, destacou Caio Rocha.

estimativa é que a Secretaria da Agricultura compre dos agricultores mais de mil toneladas de alimentos, que vão beneficiar pelo menos 30 mil pessoas, por meio da distribuição a entidades socioassistenciais.

Em 2017, foram distribuídas 578 toneladas de produtos rurais para 28 mil pessoas, por meio de 118 entidades. Ao todo, foi executado R$ 1,8 milhão.

Entre outros investimentos para o setor, citados por Rollemberg, está a entrega de patrulhas de mecanização agrícola, como ocorreu no sábado (17).

Como funciona o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

Parte dos alimentos é adquirida pelo governo diretamente dos agricultores familiares. Os produtos, destinados à doação, são oferecidos para entidades socioassistenciais inscritas no Banco de Alimentos da Ceasa.

Entre as que recebem a ajuda estão escolas, associações e abrigos, selecionados quando atendem aos critérios estabelecidos pelo Comitê Gestor Nacional do PAA, ligado ao Ministério do Desenvolvimento Social.

O secretário da Agricultura, Argileu Martins, salientou eficiência do sistema de compras e as vantagens para o produtor.

“O agricultor familiar tem a experiência de estabelecer a escala da produção e a qualidade do alimento. Ele se organiza e se prepara para estar no mercado. Ao mesmo tempo, ele comercializa por um valor justo e fica menos refém da sazonalidade de preço.”

Inaugurada unidade técnica para produtores que precisam de crédito fundiário

Na solenidade de assinatura do plano de trabalho, foi inaugurada uma unidade técnica do Programa Nacional de Crédito Fundiário. O serviço atenderá produtores interessados em solicitar crédito fundiário.

No DF, o escritório fica no Centro de Capacitação e Comercialização da Ceasa-DF e começará a atender a partir desta quarta (21), das 8 à 12 horas e das 13 às 17 horas.

Além disso, por meio de acordo de cooperação com a Secretaria da Agricultura, foi entregue um veículo utilitário para a Associação dos Produtores Rurais Novo Horizonte transportar produtos. A parceria terá vigência de 36 meses.

Outra novidade foi o anúncio de que a Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace) será beneficiada com a implementação de uma horta comunitária na sede da instituição. O espaço será feito com R$ 230 mil do Ministério do Desenvolvimento Social.

EDIÇÃO: MARINA MERCANTE
DA AGÊNCIA BRASÍLIA, COM INFORMAÇÕES DA SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE

Fica aberta até 8 de março a consulta pública para a elaboração do Plano Distrital de Educação Ambiental. A participação é virtual e está disponível no portal de consulta pública eletrônica do governo de Brasília.

A elaboração do documento está prevista na Política de Educação Ambiental do DF. O objetivo é estabelecer metas e ações que orientem a política pública de educação ambiental em Brasília.

“Queremos que esse documento construído de forma conjunta fomente ações e parcerias em prol da valorização de nossa identidade e noção de pertencimento ao Cerrado”, diz o secretário do Meio Ambiente, Igor Tokarski.

Para ele, com o plano, “podemos ter clareza de como preservar e conservar esse importante bioma”.

Entre as ações propostas no documento estão:

  • Articulação institucional
  • Mobilização social e aporte de recursos
  • Educação ambiental no ensino formal
  • Formação de educadores ambientais
  • Desenvolvimento e difusão de estudos, pesquisas e experimentações em educação ambiental
DA AGÊNCIA BRASÍLIA, COM INFORMAÇÕES DA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA CRIANÇAS, ADOLESCENTES E JUVENTUDE

lista dos aprovados em primeira chamada para os cursos do #BoraVencer Profissionalizante foi divulgada pela Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude.

Os selecionados devem se matricular em 19 e 20 de fevereiro, das 9 às 21 horas, diretamente na unidade onde vão estudar. Para isso, além de uma foto 3×4, têm de levar cópias dos seguintes documentos:

  • Carteira de identidade
  • CPF
  • Comprovante de residência

Nesta edição, a secretaria abriu 4 mil novas vagas. O início das aulas, com duração de quatro horas diárias, nos turnos matutino, vespertino e noturno, será em 26 de fevereiro.

Os alunos recebem uniforme, apostilas, cadernos e canetas para utilizar no curso. Dúvidas podem ser esclarecidas e informações obtidas pelos telefones (61) 3213-0666 ou 3223-1216.

Em atenção a uma demanda eleita na Conferência Distrital de Juventude de 2015, que pedia oportunidades de estudo para o vestibular e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o governo de Brasília promove o #BoraVencer desde o primeiro semestre de 2016.

Entre 2016 e 2017, cerca de 4 mil jovens foram capacitados nos cursos do #BoraVencer Profissionalizante.

 

CIBELE MOREIRA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

As inscrições para o sorteio das vagas remanescentes nos Centros Interescolares de Línguas (CILs) da rede pública de ensino do Distrito Federal ocorrerão de 14 a 18 de fevereiro. O cadastro deverá ser feito, exclusivamente, pelo site da Secretaria de Educação.

Serão oferecidas 2.343 vagas nas seguintes unidades:

  • Brazlândia (243)
  • Ceilândia (112)
  • Gama (149)
  • Guará (293)
  • Paranoá (335)
  • Planaltina (33)
  • CIL 1 Plano Piloto (275)
  • CIL 2 Plano Piloto (185)
  • Recanto das Emas (285)
  • Samambaia (120)
  • Santa Maria (90)
  • São Sebastião (40)
  • Sobradinho (16)
  • Taguatinga (167)

No ato da inscrição, é preciso indicar o idioma — inglês, espanhol, francês ou japonês — e uma das unidades em que deseja estudar, de acordo com a disponibilidade de cada escola.  Os resultados serão divulgados na segunda-feira (19), a partir das 18 horas.

Os selecionados devem apresentar a seguinte documentação no CIL escolhido:

  • Documento de identidade com foto
  • Certidão de nascimento ou de casamento
  • CPF
  • Título de eleitor (maiores de 18 anos)
  • Duas fotos 3×4
  • Comprovante de residência ou de trabalho
  • Declaração escolar atualizada

A matrícula pode ser feita por terceiros. No caso de menores de 18 anos, os pais e os responsáveis têm de apresentar os documentos pessoais.

Inscrição para sorteio das vagas remanescentes nos CILs

De 14 a 18 de fevereiro

Pelo site da Secretaria de Educação

Resultado: 19 de fevereiro

CILs do DF Endereços e telefones
Asa Norte SHCGN 711, Área Especial s/n
(61) 3901-4359
Asa Sul SGAS 907/908, Módulo 25/26
(61) 3901-7613 e 3901-7619
Brazlândia Quadra 2, Área Especial 7
(61) 3901-3671 e 3901-6630
Ceilândia QNM 13, Área Especial (Ceilândia Sul)
(61) 3373-2923 e 3901-3746
Gama Setor Central, Praça 2, Entrequadras 16/18, AE
(61) 3901-8111 e 3901-8053
Guará QE 7, Lote AE
(61) 3901-3697, 3381-6123 e 3901-4436
Núcleo Bandeirante Setor Tradicional, CEMNB, 3ª Avenida, AE 4, Praça Oficial 4/2
(61) 3386-4079
Paranoá DF-250, km 3, Região dos Lagos, Sítio Rosas
(61) 3901-7548
Planaltina Setor Residencial Leste, Quadras 3 e 4, Lote H
(61) 3901-4628
Recanto das Emas Avenida Monjolo, Quadra 306, Área Especial
(61) 3332-5260
Riacho Fundo II QN 14, Conjunto D, Lote A
(61) 3901-8043
Samambaia QN 407, Bloco G, Samambaia Norte
(61) 3083-5005
Santa Maria CL 114, Conjunto D, 4º andar, Santa Maria Shopping
(61) 3901-6597
São Sebastião Quadra 11, Área Reservada 1
(61) 3901-4099 e 3901-4096
Sobradinho Setor Tradicional, Rua 1, nº 101, CEF Cerâmica São Paulo
(61) 3901-7702
Taguatinga QSB 2, Área Especial 3/4
(61) 3901-6771 e 3351-1283
EDIÇÃO: VANNILDO MENDES

Criança Candanga - Governo de Brasília

Governo do Distrito Federal